sexta-feira, 30 de julho de 2010

OI SERRA E MAR DE HIPISMO - RJ





Baiana Andrea Guzzo Ferreira brilha em Itaipava e fatura 6ª edição do circuito





A amazona conquistou a vitória inédita montando Lucky Electra Xangó
A
baiana Andrea Guzzo Muniz Ferreira é a mais nova campeã do Oi Serra e
Mar de Hipismo.
Na grande final da sexta edição do torneio, a amazona
deu um verdadeiro show e levou o público presente no Haras Domar, em
Itaipava, na região serrana do Rio de Janeiro, ao delírio ao fazer uma
brilhante apresentação no dorso de sua égua Lucky Electra Xangô. Ela
fez o melhor tempo do desempate do Grande Prêmio Oi, com obstáculos a
1,40m, marcando 39s71, em pista limpa. Com a vitória, ela ganhou uma
Mitsubishi TR4 0 km, escreveu seu nome no Troféu Perpétuo Marcello
Alencar e ainda garantiu classificação para o Athina Onassis Horse
Show, em agosto.



O segundo posto ficou com Mario Appel/Jofre de Rolande Bom Sabor,
com o tempo de 40s23, sem faltas. O conjunto José Marcos de Souza
Baptista/Audácia Santa Cecília ficou com a terceira colocação marcando
49s67, também sem faltas. "Estou muito, muito feliz! Este desempate foi
muito emocionante porque cada conjunto que entrava na pista baixava um
pouco o tempo do competidor anterior. Quando entrei sabia que seria
difícil, mas felizmente deu super certo", festejou a amazona, rasgando
elogios para sua montaria.



"Esta égua é uma guerreira. Salto com ela desde que ela nasceu e
ela só me dá alegrias. Embora seja bastante elétrica, como o nome mesmo
diz, na hora de saltar o obstáculo ela se concentra e faz isso aí que
vocês viram", completou a amazona de 34 anos.


Os 25 conjuntos que entraram na pista do Manegé Domar para a
primeira passagem tinham 79 segundos de tempo concedido para saltar os
12 obstáculos do percurso idealizado pela course designer Lucia de
Alegria Faria Simões. Estariam habilitados para a segunda passagem
todos os zeros ou 25% do total (oito conjuntos). Devido ao elevado grau
de dificuldade da prova apenas cinco competidores não cometeram
infrações e outros três conjuntos com uma falta garantiram vaga para a
disputa do troféu.


Andrea foi a sexta competidora a entrar na pista para o segundo
percurso, que desta vez tinha sete obstáculos. Até este momento, o
paulista Mario Appel vencia com o tempo de 40s23. Ela fez uma pista
perfeita e ainda baixou em quase um segundo a marca do concorrente, não
sendo mais alcançada pelos outros dois que viriam a seguir. "Só vi que
poderia vencer no último obstáculo. Estava zerada e com um bom tempo,
arrisquei tudo e conquistamos a vitória. A pista estava difícil e muito
bem armada pela Lúcia, o que torna o título ainda mais especial",
encerrou.



E o dia foi mesmo das mulheres. As outras duas provas do dia,
categorias amador e amador A, foram vencidas por amazonas. No Grande
Prêmio Oi, na categoria amador, com obstáculos a 1,20m, a amazona
paulista Ana Eliza Ramos foi a grande campeã montando Jumbo Império
Egípcio, com o tempo de 34s99 em pista limpa, escrevendo seu nome no
Troféu Rodolpho Figueira de Mello. O cavaleiro Ricardo Vianna foi o
vice-campeão no dorso de Lua Exponencial com o tempo de 35s71, sem
faltas. A medalha de bronze ficou com o conjunto de Aida Nunes/Debby,
com o tempo de 36s29, também sem faltas.



Na categoria amador A, 1,10m, o Grande Prêmio Mitsubishi, a amazona
da Federação do Rio de Janeiro subiu ao lugar mais alto do pódio
montando Millenium, com o tempo de 33s26, em pista perfeita. O segundo
posto ficou com Marcelo Kuschewsky no dorso de Special Bem, com o tempo
de 36s90 e zero pontos na pista. A terceira colocação ficou para João
Maurício Barreto e Dilo, 37s18, sem faltas.



GRANDE PRÊMIO OI – 1,40M

1º Andrea Guzzo / Lucky Electra Xangó – 39s71 – sem faltas

2º Mario Appel / Jofre de Rolande Bom Sabor – 40s23 – sem faltas

3º José Marcos Baptista / Audácia Santa Cecília – 49s67 – sem faltas

4º Luiz Francisco de Azevedo / Uno e Basta – 38s49 – 4 pontos

5º Marcos Ribeiro dos Santos / Galant de La Land – 39s84 – 4 pontos

6º Thiago Mesquita / Ocana – 41s04 – 4 pontos



VENCEDORES DO OI SERRA E MAR DE HIPISMO – CATEGORIA SÊNIOR

2005 - FÁBIO LEIVAS

2006 - MARIELA AMODEO

2007 - FÁBIO LEIVAS

2008 - JOSÉ ROBERTO REYONOSO FILHO

2009 – RODRIGO MARINHO

2010 - ANDREA GUZZO MUNIZ FERREIRA





Informações: BR Sports

Foto: Alexandre Vidal     Camara hipismo

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terça-feira, 27 de julho de 2010

Três meses de Gancho para Michael Morrissey

Três meses de suspensão para Michael Morrissey



O cavaleiro norte-americano Michael Morrissey foi suspenso por três meses e recebeu um cartão amarelo e a desclassificação retroactiva pelo uso excessivo do chicote na prova 101 no CSI 2 * Wellington realizada em 27 de Fevereiro de 2010.

Morrissey também foi sujeito a uma multa de CHF 2000. A suspensão em provas da FEI será de 5 de Maio a 4 de Agosto, em simultâneo com uma suspensão de três meses imposta pela Federação Equestre dos Estados Unidos (USEF).

"Peço desculpas por este incidente", disse Morrissey. "Eu exagerei quando o cavalo parou e isso é imperdoável. O bem-estar do cavalo deve ter precedência sobre os interesses competitivos e eu sei que foi uma violação desse princípio básico. "


Acompanhe o video que resultou na suspençao










[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=1cnX7klIicI&feature=youtube_gdata]



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segunda-feira, 26 de julho de 2010

Ana Paula Arósio chega ao altar a cavalo...







Ana Paula Arósio chega ao altar a cavalo...







A
atriz brasileira Ana Paula Arósio casou em segredo, a 16 de Julho,
precisamente no dia em que celebrava o seu 35.º aniversário.



A cerimónia teve lugar numa quinta em Ribeirão Preto, no interior de
São Paulo. Henrique Pinheiro, um arquitecto de 32 anos, foi o eleito da
protagonista da série policial Na Forma da Lei.



Os noivos chegaram ao altar, montados a cavalo, em alusão à paixão
comum que é o hipismo. Ana Paula e Henrique namoravam há cerca de um
ano.



Pouco se sabe deste relacionamento de Arósio, apenas que ambos têm uma paixão: os cavalos.

fonte equisport- pt

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sexta-feira, 23 de julho de 2010

Colicas em cavalos ...

Dr. Carlos Rosa Santos


Todos
os cavalos podem ser afectados por cólicas pois a estrutura e o modo de
funcionamento do intestino são factores que contribuem para o
aparecimento destas. Por outro lado, um cavalo saudável, bem
alimentado, desparasitado e cujo maneio diário seja bom é certamente um
cavalo com menos probabilidades de sofrer cólicas intestinais.




Cólica o Inimigo Comum


No
entanto, não é possível evitar completamente o problema, embora algumas
medidas preventivas possam ser implementadas a fim de diminuir os
riscos. Vamos abordar quatro, começando pela ALIMENTAÇÃO.

Mudanças
bruscas de alimentação são uma causa conhecida de cólicas e embora
alguns cavalos possam tolerar estas mudanças, não se deve assumir que
isto aconteça com todos. De facto, quando se processam alterações ao
regime alimentar, mesmo que não se chegue ao extremo de aparecer uma
cólica há sempre alterações ao nível da flora intestinal que é onde
assenta todo o processo digestivo. Isto acontece com o aparecimento da
erva nova da Primavera, nas mudanças em qualidade e quantidade do feno,
na qualidade e tipo de concentrados fornecidos ao animal.

Mudanças
alimentares devem ser sempre planeadas de modo a que sejam graduais e
efectuadas num período de 3 a 4 dias. Deste modo, as bactérias
intestinais responsáveis pela digestão dos alimentos conseguem
adaptar-se mais facilmente à nova ração.




Cólica o Inimigo Comum


ÁGUA
- Animais cansados, muito quentes ou simplesmente privados de água por
longos períodos podem ser sujeitos a cólicas se beberem subitamente
grandes quantidades de água (mesmo que esta não esteja muito fria).
Deve-se deixar o cavalo arrefecer depois do trabalho e só depois
permitir o acesso livre à água. Uma solução electrolítica misturada na
água faz com que a sede diminua e evita o consumo excessivo de água.

É pois importante que depois do exercício a primeira bebida seja de volume limitado e sem extremos de temperatura.

CUIDADOS
DENTÁRIOS - Dentes em más condições são uma causa conhecida de cólicas
ou diarreias. A mastigação eficaz é uma das fases mais importantes da
digestão, talvez a mais importante pois é a preparação dos alimentos
para sofrerem processos digestivos mais sofisticados.

Os
dentes dos cavalos até aos 12 anos de idade devem ser verificados por
um médico veterinário pelo menos uma vez por ano. A partir desta idade,
"check-ups" frequentes são normalmente necessários. Aconselha-se os
proprietários de animais com episódios regulares de cólica e/ou
diarreia sem causes identificáveis, a solicitarem a verificação da mesa
dentária dos mesmos.




Cólica o Inimigo Comum


PARASITAS INTERNOS
- Mesmo pequenas infestações parasitárias pequenas podem ocasionar
sérios casos de cólica. Cavalos com infestações severas não são um
risco só para eles próprios mas também para outros que com eles
coabitam.

Os Ascarídeos em poldros raramente provocam cólicas, porém são causa de crescimento retardado, pelagem sem brilho e diarreia.

Os
Estrongilos são sempre causa de alterações circulatórias na parede
intestinal e podem causar desde cólicas ligeiras a outras mais graves.
Os pequenos estrongilos podem causar lesões na parede intestinal mas
são raramente causa de cólicas.

Em estudos recentes foi também provado que as ténias são a causa de um tipo muito peculiar de cólica.

Não
queremos deixar de referir a importância de se implementarem programas
de desparasitação que incluam todos os cavalos de uma propriedade ou de
um grupo de cavalos estabulados.

Não se devem só desparasitar determinados animais num grupo pois os que não o forem passam a constituir um risco para os outros.

fonte - equisport-pt


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quarta-feira, 21 de julho de 2010

História de sucesso de Molly!

Conheça a história de sucesso desta pequena ponei shetland, abandonada após o furacão Katrina






Molly - ajudando a quem precisa


Conheça a história de sucesso de Molly!

Molly
é uma égua (ponei) da raça shetland, que foi abandonada pelos seus
donos quando o furacão Katrina atingiu o sul da Louisiana. Ela passou
semanas perambulando solta antes de finalmente ter sido resgatada e
levada a uma fazenda onde animais abandonados estavam aglomerados.
Enquanto
esteve lá, ela foi atacada por um cão pitbull terrier e quase morreu.
Sua pata direita dianteira mordida se infecionou, e seu veterinário
buscou ajuda na LSU, mas a LSU estava sobrecarregada, e esta égua
estava abandonada.

Você sabe como estas coisas são.

Mas
após o cirurgião Rustin Moore encontrar Molly, ele mudou de idéia. Ele
observou como a égua era cuidadosa ao se deitar em lados diferentes
para não desenvolver feridas, e como ela deixava que as pessoas
cuidassem dela
. Ela protegia sua pata machucada, mudando constantemente
seu peso para não sobrecarregar a pata boa. Ela era um animal
inteligente com uma grande ética de sobrevivência.

Moore
concordou em amputar sua pata abaixo do joelho, e construiram um membro
artificial temporário. Molly saiu caminhando da clínica e sua história
realmente começa aqui.

"Este era o cavalo certo com um dono
certo" - Moore insiste. Molly foi uma paciente especial. Ela era muito
resistente, mas ao mesmo tempo doce, e tentava colaborar mesmo sentindo
dor
. Ela compreendia que estava em dificuldades. Além do mais,
conseguiu uma nova dona que realmente se dedicou a providenciar os
cuidados diários necessários por toda a vida do animal.

A história de Molly tornou-se uma parábola de vida na Louisiana pós-Katrina...

Esta pequena égua ganhou peso e sua crina ganhou mãos que a penteasse.


Um desenhista de prótese humana construiu sua perna. O protético deu
à Molly uma nova vida, diz Dra. Allison Barca, veterinária de Molly.

E
ela pede ajuda. Ela estende sua pata amputada, e vem até você pedindo
que coloque a prótese no lugar. Algumas vezes ela quer que a prótese
seja retirada.

O mais importante de tudo - Molly tem um novo
trabalho. Kay, a proprietária da fazenda de resgate,começou a levar
Molly a abrigos, hospitais, asilos e centros de reabilitação em
qualquer lugar onde ela via que as pessoas precisavam de esperança.
Aonde Molly ia, ela mostrava às pessoas sua pata. Ela inspirava as
pessoas e se divertia fazendo isso. " É óbvio que Molly tem um grande
papel a desempenhar na vida" - Moore disse. "Ela sobreviveu ao furacão,
já sobreviveu a um grave ferimento e agora está passando esperança para
outras pessoas".

Dra. Barca concluiu: "Ela ainda não voltou ao
normal, mas está melhorando cada vez mais... Para mim, ela é símbolo de
força e coragem."


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terça-feira, 20 de julho de 2010

Cavalos entendem seres humanos melhor do que qualquer outro animal








Cavalos comunicam com seres humanos





Foto: Gabriele Boiselle




Investigações
recentes demonstram que os cavalos entendem naturalmente melhor a
comunicação humana do que outros animais domésticos, reagindo a
movimentos súbteis dos olhos ou do corpo.



Durante o estudo, investigadores do Departamento de Psicologia da
Universidade de Sussex, experimentaram cinco maneiras diferentes de os
cavalos se aproximarem de um balde vazio: colocando em frente ao balde
uma placa de madeira listrada como se fosse uma zebra, apontando para o
balde, dando pancadas no mesmo, olhando fixamente para o balde e
colocando uma pessoa na direcção do balde. Sempre que os cavalos se
aproximassem do balde, era colocada uma cenoura no seu interior. No
final, os 34 cavalos utilizados na experiência responderam
positivamente à placa de madeira e quando alguém apontava para o balde,
mas falharam nas restantes situações.



Nas conclusões do estudo, publicadas na mais recente edição da revista
“Animal Behaviour”, os investigadores escreveram que “o padrão global
de resposta dos cavalos indica que estes utilizaram as pistas que os
estimularam mais na hora de escolherem, não compreendendo a informação
transmitida pelas pistas”.Leanne Proops, uma das investigadoras
envolvida no estudo, explicou ao “Discovery News” que, com algum
treino, os cavalos têm capacidade para resolver todos os desafios.



Tudo indica que a forma como o Homem foi domesticando o cavalo terá
afectado, em parte, a forma como respondem aos seres humanos.



“Os cavalos são seres altamente sociais, que recorrem muito aos movimentos faciais e do corpo para comunicar entre si”

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segunda-feira, 19 de julho de 2010

Manejo Equino

 

Cuidar de um cavalo é uma actividade que requer grande responsabilidade. Uma boa solução para o animal é passar parte do dia ao ar livre, em que se mantém em prática mesmo que não seja incitado a fazer exercício e outra parte do dia no estábulo; assim, o cavalo torna-se mais fácil de montar do que se estivesse todo o dia encerrado. Deixar o cavalo sempre ao ar livre ou sempre no estábulo são outras opções. No primeiro caso é necessário ter uma pastagem abundante, uma fonte de água fresca e abrigo contra o mau tempo do Inverno e os insectos no verão; nestas condições deve ser dado ao cavalo um complemento alimentar pois apenas a pastagem não é suficiente para manter o cavalo em forma. No caso do cavalo estar encerrado é preciso evitar o tédio visto que o cavalo não está no seu ambiente natural e é também essencial que o tratador entenda a psicologia do cavalo.

 

 Manter um cavalo a Penso

O penso ou pensão é a alternativa para quem não pode ter os cavalos em casa. Para isso é necessário encontrar um centro onde tratem cavalos e onde haja pessoal experiente. Existem 5 sistemas de penso:

  • O penso completo, em que se paga a alguém para fazer tudo o que for necessário inclusive o exercício de que o animal necessita;

  • O faça você mesmo, onde o trabalho é feito pelo proprietário;

  • A pastagem, que é indicada para cavalos que vivam todo o ano ao ar livre;

  • O repartido que é, ideal para o proprietário manter o contacto com o cavalo, pois parte do trabalho é feito por ele e a outra metade pelo centro;

  • O sistema em trabalho, em que o cavalo é utilizado por exemplo, numa escola de equitação.

  •  

 

Requisitos de uma pastagem para Cavalos

A pastagem deve ser, para cada cavalo, de cerca de 0,2 a 0,4 há. Deve ser livre de plantas venenosas, de lixo e de outros perigos tais como tocas de coelhos. Deve ter muito cuidado no que diz respeito ás cercas: utilize postes e varas, sebes vivas, cercas eléctricas, de plástico ou de arame próprio para cavalos, nunca deve ser utilizado arame farpado nem o arame simples ou concebido para outro tipo de gado, pois podem provocar ferimentos. O campo deve ter também abrigo. Este deve ter uma frente aberta e larga para não dificultar a entrada e saída dos cavalos e deve estar contra o vento predominante.

Tente sempre que o cavalo esteja acompanhado por outros animais, principalmente outros cavalos. Visite-o pelo menos duas vezes por dia mesmo que esteja permanentemente ao ar livre, pois assim fica mais alerta para quaisquer tipos de problemas.

 

 

Cavalariças e camas

A boxe de um cavalo deve ser espaçosa, clara e arejada. Ter uma fila de boxes de um lado e do outro e um corredor central facilita as tarefas dos trabalhadores. É também muito importante que haja um constante abastecimento de água fresca e limpa.

A cama mantém o cavalo confortável e quente e evita grande parte das feridas quando este se mantém deitado. Podem ser utilizados vários tipos de cama desde as de palha às de borracha. Deve evitar que o cavalo viva num ambiente com muito pó e gases que provém da cama e até do próprio feno. Todas as camas têm vantagens e desvantagens: A palha de trigo é muito poeirenta e os cavalos comem-na; também a palha cortada e sem pó tem o inconveniente de ser comida pelos animais; as aparas de madeira só são aconselhadas se o pó tiver sido extraído; o cânhamo proporciona uma cama resistente e leve, mas têm também o problema do pó e de serem comidas; as tiras de papel não são poeirentas mas são difíceis de remover e voam facilmente; os tapetes de borracha devem ser utilizados apenas em cavalariças com boa drenagem, pois caso contrário pode formar-se uma possa de liquido de borracha, e sempre debaixo de uma fina camada de cama.

 

 

A limpeza do estábulo

A cama deve ser remexida e o estrume retirado todos os dias. No caso de aparas, cânhamo ou papel, deve retirar-se apenas o estrume e deve ser limpo completamente 1 ou 2 dias por semana; no caso de ser de palha deve ser limpa todos os dias.

Para facilitar a limpeza utilize um carro de mão, uma pá, uma vassoura e uma forquilha. Para tirar o estrume pode calçar umas luvas de borracha e apanhá-los à mão ou então usar uma forquilha.

Aquando da limpeza completa deve tirar todo o que esteja sujo e molhado, varrer o chão e desinfecta-lo, deixando-o secar. Ao fazer de novo a cama utilize o material que aproveitou da anterior no sitio que o cavalo suja mais e acrescente material novo.

 

 

 

A limpeza do cavalo

A limpeza diária do seu cavalo não serve apenas para o deixar com boa aparência pois é também uma boa oportunidade para se aperceber se este tem feridas ou inchaços nos membros ou temperatura nos cascos e articulações ou outro tipo de problemas físicos.

A técnica que utiliza na limpeza do cavalo deve estar relacionada da com o modo de vida e com o tipo de cavalo: por exemplo, um pónei que passe todo o tempo ao ar livre necessita de toda a gordura da pele sobre o pelo (para ficar impermeável; por outro lado o cavalo que passe todo o tempo no estábulo que é tosquiado deve ser limpo mais profundamente.

A maioria dos cavalos não se opõe à limpeza desde que sejam tratados respeitosamente.

 

 

O estojo de limpeza  

O estojo de limpeza deve ser individual, para evitar infecções e transmissão de doenças e deve ter:

  • Um ferro de cascos;

  • Uma cardoa– escova de pelos compridos e duros – para limpeza geral do pelo;

  • Uma brussa– escova de pelos curtos e macios – para tirar o pó e a gordura;

  • Uma almofada para limpar as escovas;

  • Um pente (ou escova) de plástico para pentear crina e cauda;

  • Repelente de insectos;

  • Compressas de algodão descartáveis que se molhem para lavar olhos, narinas e zona do anús.

O estojo pode também conter unto para os cascos, tesouras de rombas (para ripar e acertar crinas e cauda).

Uma luva de crina (para remover nódoas) e um pano macio para limpar o pó e deixar o pelo brilhante.

 

O processo de limpeza

No caso de ter um cavalo em semi-estábulo este deve limpar os seus cascos todos os dias e verificar as ferraduras. Deve também escovar o pelo para tirar toda a lama seca principalmente nas zonas onde são colocados os coberjões ou arreios. Deve lavar também os olhos, narinas e zona do anús.

No caso do cavalo ser castrado, deve limpar a bragada com água morna.

Para tornar a limpeza mais eficiente pode seguir os seguintes conselhos:

·       Limpe o cavalo estabulado fora da boxe para não largar o pó no seu interior;

·       Limpe-o de cima para baixo, usando sempre a mão do lado do corpo do cavalo;

·       Ao usar a cardoa tenha gestos curtos e leves levantando-o no final para sacudir o pó do pelo;

·       Utilize a brussa com gestos curtos mas não tão leves e limpe-a na almofada cada 3 ou 4 passagens;

·       No caso do cavalo ter a cauda aparada em cima coloque-lhe uma ligadura várias vezes por semana uma ou duas horas para domar a cauda, mas não muito apertada para não causar problemas de circulação.

 



fonte : todosobrecavalos

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